Gamificação: O guia completo com tudo o que você precisa saber

27/11/2023
POR
Thayná Soares
COMPARTILHE:
O que você vai ver neste artigo:

Jogos divertem, engajam e até ensinam. Transformar experiências de rotina em processos gamificados significa isso e muito mais. A Gamificação pode até soar como um termo novo para você, mas saiba que ele já vem te acompanhando há um bom tempo. De atividades interativas em sala de aula a dinâmicas de pontuação em aplicativos de celular, as técnicas do game design estão inseridas na rotina de muita gente. Inclusive neste artigo.

Aqui estão 10 🪙 para você começar a leitura com o pé direito. À medida que avança em suas descobertas, mais moedas estarão te esperando. Chegue até o fim do conteúdo para coletar 50 e vencer a dinâmica do post. 😉

Muito além dos videogames: este guia vai te ensinar tudo sobre a gamificação e como ela pode beneficiar empresas de diferentes frentes. Mas antes, vamos entender um pouco mais sobre o processo!

Mão de alguém usando um teclado de computador com gráficos de elementos de gamificação na tela, simbolizando como a gamificação pode ser aplicada no mundo digital para engajar e motivar usuários.

Conhecendo a gamificação

Jogos trabalham com mecânicas desde antes da invenção do tabuleiro. O modo como você move as peças, quais movimentos precisam ser feitos para chegar até a vitória e até as peças em si fazem parte do fluxo que chamamos de game design.

Game Design

É o processo de criar e trabalhar mecânicas, conteúdos e regras de um jogo. Com o avanço da tecnologia, essas mecânicas foram se aprimorando cada vez mais. É tão comum se deparar com uma delas hoje em dia que pode-se dizer que a gamificação faz parte da nossa realidade.

Gamificação

É o processo de aplicar elementos do game design em contextos cotidianos. Não é preciso baixar um jogo para entendê-lo. Experimentamos a gamificação desde a infância, onde professores distribuem pontos para os alunos mais empenhados. Em seguida, a vivemos em supermercados, onde cada compra garante um voucher para um produto em promoção.

Esses exemplos são simples, práticos e não requerem tecnologia alguma. Através deles, compreendemos o alcance do game design e desmistificamos a ideia de que gamificação pertence a nichos específicos. Com isso fora do caminho, vamos migrar para o lado virtual da coisa.

Pessoa trabalhando em um laptop com uma apresentação sobre gamificação na tela, enquanto toma uma xícara de café e faz anotações, enfatizando a integração da gamificação no trabalho e educação.

Gamificação na prática

Aposto que você já ouviu falar nos aplicativos Duolingo e Shein. Apesar da diferença entre seus mercados de atuação (educação e marketplace), um ponto alto que eles têm em comum é a utilização das técnicas do game design para engajar, envolver e fidelizar seu público.

Mais do que isso, eles também compartilham mecânicas:

  • Cronograma de recompensas fixas: Entre por x dias para ganhar prêmios/cupons.
  • Recompensas cronometradas: Adquira x boost/cupom até amanhã.
  • Missões: Faça x pontos para subir no ranking/ganhar um cupom.
  • Pontuação: Acumule pontos para ganhar prêmios/descontos.
  • Atividades cronometradas: Responda em até 1 minuto para ganhar pontos.

Entre muitas outras que cada aplicativo utiliza individualmente. O Duolingo, por exemplo, ainda utiliza o gatilho da competição ao colocar seus usuários em disputas de ranking público. Já a Shein oferece mini-jogos dentro do aplicativo, estimulando seus usuários a ganharem pontos enquanto se distraem com jogos casuais.

Se esse tipo de experiência já é o suficiente para manter ambos aplicativos no topo da popularidade em seus respectivos mercados, saiba que essa é apenas a ponta do iceberg. Alcançar, interessar e fidelizar clientes é o sonho de toda marca, mas o sucesso não vai apenas da porta para fora.

Ah, e já que você chegou até aqui, leve mais 10 🪙 com você antes de seguir leitura!

Mão feminina cuidadosamente movendo um bloco em uma torre de jogo Jenga, destacando o equilíbrio e a estratégia, elementos comuns em jogos utilizados na gamificação.

As possibilidades da gamificação

O poder da gamificação é extenso o suficiente para beneficiar demais processos – incluindo os que não envolvem consumidores finais.

Como dito anteriormente, o sucesso não vai apenas da porta para fora. Muitas técnicas de game design podem ser aproveitadas para projetos internos, incluindo a capacitação de novos talentos, desenvolvimento de equipes inteiras e disseminação dos valores da empresa.

Mas antes de desenvolvermos esse assunto, preste atenção nessas três perguntas:

  • Suas equipes estão motivadas?
  • Seu onboarding é instrutivo o suficiente?
  • Sua empresa oferece programas de treinamento?

Se a resposta para cada uma delas for “sim”, então saiba que a gamificação vai dar continuidade a essa prosperidade, possibilitando expandi-la ainda mais.

Por outro lado, se a resposta tiver sido majoritariamente negativa, não se preocupe. Pelo menos não enquanto estiver lendo este artigo, já que ele vem trazendo todos os pontos de defesa pelo emprego da gamificação.

Antes de chegar nas dinâmicas e mini-jogos que entretém e engajam os clientes da sua empresa, é possível usar as técnicas do game design para motivar seus próprios funcionários.

Agora que você já sabe quais as mecânicas mais utilizadas, as possibilidades de uso são muitas. De onboardings interativos a programas de aprendizado, a gamificação permite que equipes inteiras sejam instruídas de forma leve, prática, rápida e até mesmo divertida. Até porque aprender coisas novas já é desafiador o suficiente. Por que não tornar o processo menos cansativo

Pai e filho construindo estruturas com blocos de madeira coloridos na mesa da cozinha, compartilhando um momento de aprendizado e diversão através da gamificação.

Gamificação como apoio no aprendizado

Antes de prosseguirmos, aqui vão mais 10 🪙!

Faltam 20 para você vencer a dinâmica deste artigo e levar consigo um conhecimento poderoso que vai fazer toda a diferença.

Não importa a etapa do aprendizado: a ciência já comprovou que crianças, jovens e adultos aprendem mais e com maior retenção quando elementos do processo da gamificação na educação estão envolvidos.

Para entender as origens dessa afirmação, vamos voltar no tempo um pouquinho. 🕓

Você com certeza se lembra de momentos da sua infância (ou da infância do seu filho) em que as atividades que trazia para casa tinham aspectos lúdicos. Isso porque professores são excelentes adeptos a utilização do game design em sala de aula.

Palavras cruzadas, jogo dos 7 erros, quebra-cabeças e até atividades de completar lacunas são dinâmicas que conhecemos como mini-jogos. É através delas que a gamificação incute termos e informações referentes ao aprendizado desejado.

Professores de matemática podem usar o formato “complete a lacuna” para estimular seus alunos a encontrarem o x da equação. Outra mecânica que funciona nesse caso é o storytelling, já bastante disseminado no enunciado de problemas.

“Joãozinho tinha 5 laranjas e usou 2 para fazer um suco para seus amigos…”

O mesmo pode ser feito em outras matérias, indo até mesmo além das paredes da escola.

Logo e Slogan da BibliON

Exemplo gamificado

Um projeto que a Go Gamers mantém com a Biblioteca digital gratuita de São Paulo, a BibliON, é um excelente exemplo prático de como a gamificação influencia no aprendizado dentro e fora da sala de aula. Para esse trabalho, quatro livros infantis foram criados durante o ano de 2023, cada um com uma temática diferente. Em um deles, o tema empreendedorismo foi abordado com uma história didática de um grupo de personagens que empreendiam na prática.

O storytelling ajuda a criar o clima certo para determinado público e/ou assunto. Ele também ajuda a localizar os melhores momentos para que dinâmicas de mini-jogos sejam utilizadas em todo o seu potencial. Dessa forma, a gamificação atrai o interesse do leitor, a motivação para resolver os exercícios e o entretenimento graças ao lúdico incluído. Algo que programas de treinamento e desenvolvimento, por exemplo, também podem se beneficiar.

Um grupo de colegas de trabalho jogando pebolim no escritório, um exemplo de como os jogos podem ser incorporados para aumentar o engajamento e a moral da equipe.

Gamificação como dinâmica empresarial

Esqueça o estigma de que jogos e trabalho não podem se misturar. A este ponto, já mostramos que envolver o lúdico em rotinas de aprendizagem traz mais benefícios do que sucumbir ao cotidiano engessado.

Funciona com o público final, funciona com o público de casa: programas de treinamento, onboardings e desenvolvimento no geral são processos que valorizam o aprendizado e a imersão. Por isso, ter a gamificação como mediadora provém benefícios para ambos os lados: O que aprende e o que ensina.

É muito comum que informações internas se percam ou sejam pouco disseminadas no âmbito empresarial. Enviar arquivos enormes cheios de texto técnico não é garantia de que o mesmo será lido e compreendido.

Com a gamificação nas empresas, além do processo tornar-se mais dinâmico, envolvente e criativo, há também a possibilidade de trabalhar com plataformas que disponibilizam mecânicas de pontuação e acompanhamento (feedback).

Um líder, por exemplo, pode visualizar o desenvolvimento de sua equipe a partir da contagem de pontos e evolução em níveis (etapas). Colaboradores da mesma equipe também podem acompanhar uns aos outros, criando uma comunicação em comum com trocas de experiência e ajuda quando necessário.

Tampinha de garrafa da Heineken com gotas de água sobre uma superfície verde, simbolizando momentos de lazer e descontração.

Exemplo gamificado

No projeto de estágio da Heineken, a Go Gamers trabalhou um storytelling voltado a festivais de música para trabalhar uma imersão bastante próxima ao público da própria marca.

Cada nível foi dividido em “palcos”. Ao atravessar esses palcos, os novos talentos da empresa encontrariam dinâmicas de treinamento, desenvolvimento, atividades “extracurriculares” e prêmios de incentivo até o término da jornada.

Utilizada nesse formato lúdico e imersivo, a gamificação possibilitou um onboarding motivacional e uma evolução horizontal a todos os estagiários Heineken. Outras mecânicas envolvidas no projeto foram:

  • Sistema de pontuação
  • Ranking
  • Premiação
  • Exploração
  • Progresso
  • Feedback

Entre outras – muitas das quais já utilizamos no nosso dia a dia mesmo sem ter consciência de que elas estão presentes. Em outras palavras, a gamificação é uma ferramenta tão rica que limitá-la a espaços ou funções específicas é um erro. Tome mais 10 🪙 para fortalecer seu aprendizado!

Até aqui, você conheceu o significado da gamificação, exemplos práticos de uso e duas de suas principais possibilidades no dia a dia. Vamos mergulhar um pouco mais a fundo no que faz dela uma força motriz para seus projetos:

Close-up de peões coloridos e dados em um tabuleiro de jogo, elementos tradicionais em jogos de mesa que são frequentemente utilizados em estratégias de gamificação.

As mecânicas da gamificação

Um jogo só é tão bom quanto as técnicas empregadas nele. Não basta ter um storytelling excepcional e esperar que a história se venda para o público alvo. Muito além da adaptação do conteúdo, é preciso saber utilizar as mecânicas certas nos momentos certos.

Vamos retroceder alguns parágrafos e relembrar os exemplos Duolingo e Shein. Enquanto dinâmicas de mini-jogos “complete a lacuna” funcionam para o aplicativo da coruja verde, eles certamente não são o que o marketplace procura.

O sistema de pontuação e recompensa é utilizado por ambos, mas enquanto a prioridade do Duolingo é ensinar novas informações de forma lúdica, a da Shein é dar ao seu cliente a vontade de comprar mais pelo incentivo do desconto.

Acima temos um exemplo de mecânica que funciona para as duas marcas em momentos diferentes.

  • No Duolingo, o público obtém suas recompensas após consumir o produto do app.
  • Na Shein, o público obtém recompensas antes de poder consumir o produto do app.

O timing onde entra a mecânica é trabalhado com expertise por profissionais de gamificação, como a Go Gamers. Para encontrá-lo, além do estudo de público e storytelling, é preciso compreender os seguintes pontos:

  • Qual ação espera-se do usuário?
  • Para onde deseja-se levar o usuário neste momento?
  • Qual o foco dessa etapa? (aprender, interagir, consumir, jogar)
  • Como a mecânica escolhida atua na jornada como um todo?

São perguntas bem específicas e, a princípio, complexas para quem está começando na gamificação. Por outro lado, conhecer as principais mecânicas já ajuda a nortear as respostas para melhor proveito do projeto.

Livro aberto com elementos tridimensionais emergindo das páginas, incluindo o mar, barcos e fauna marinha, ilustrando como a leitura pode ser uma forma de gamificação ao trazer histórias à vida.

Mecânicas de história

Por mais rico que o storytelling seja, ele é uma técnica ampla e requer direcionamentos. Você já sabe que é possível adaptar um conteúdo técnico em histórias criativas: resta, então, descobrir quais mecânicas de gamificação podem ser trabalhadas nesse processo. São elas que ajudam a dar forma à trilha completa de aprendizado.

Exploração

Histórias que estimulam os usuários a realizarem as próprias descobertas conforme atravessam um “mundo novo” são movidas pela técnica da exploração. Aqui, o storytelling é trabalhado de tal forma que leve o usuário a explorar por conta própria, criando um senso de independência durante a trilha gamificada. Às vezes a história se passa em um novo universo, ou o conteúdo está inteiramente disponível em uma plataforma, sem necessariamente seguir uma hierarquia de níveis. Cabe ao usuário explorar as possibilidades na ordem que desejar.

Tomadas de decisão

Histórias que incentivam os usuários a fazerem suas próprias escolhas são as mais imersivas. Nelas, toda descoberta seguinte torna-se consequência de uma decisão feita anteriormente. Como em um desses quizzes de internet, um usuário pode escolher uma ação e obter x resultado, enquanto outro usuário escolhe outra e obtém resultados diferentes. O senso de independência também ocorre nessa mecânica.

Missões

Todos os níveis, atividades e dinâmicas são itens em potencial de missões que podem surgir ao decorrer da história. Checklists são exemplos práticos de missões cotidianas. Ao completar uma lista de tarefas, você bate uma meta e alcança uma recompensa. Isso não é diferente na gamificação.

A missão de um novo usuário durante um onboarding pode ser terminar o registro em alguma plataforma da empresa, passar pelo vídeo de boas-vindas, se apresentar para a equipe inteira, entre muitas outras possibilidades.

Customização

Existem muitas plataformas, aplicativos e sites que permitam que os usuários adicionem uma foto de perfil. Em alguns casos, essa foto é um avatar que pode ser customizado até ter uma aparência específica, algo que traz ao usuário uma imersão maior, como se tivesse colocado o próprio personagem dentro da história ou virado o protagonista.

A customização vai longe: ela pode ser feita em atividades específicas, trilhas completas e até nas próprias recompensas, que por sinal vamos ver a seguir.

E antes que eu me esqueça: + 10 🪙

Um troféu dourado brilhante cercado por fitas azuis e douradas e confete, evocando o sentimento de triunfo e celebração frequentemente associado a estratégias de gamificação bem-sucedidas.

Mecânicas de recompensa

De todas as técnicas do game design, as que você descobrirá a seguir são as mais comuns em dinâmicas que incentivam a interação através de recompensas.

Virtuais ou digitais? Recompensas não são limitadas ao âmbito físico. Conhecendo seu público e o que sua empresa tem a oferecer, é possível mesclar cada uma das técnicas a seguir e oferecer uma experiência única.

Pontuação

O sistema de pontuação é desenvolvido a partir da evolução do usuário. Ele pode ganhar pontos por cada nível, atividade ou desafio atravessado, e esses pontos podem ser equivalentes aos acertos, tempo ou metas conquistadas.

Existe também a pontuação final, que é quando a trilha gamificada chega ao fim e todos os pontos recebidos até então são contabilizados em um score final.

Prêmios

Usuários podem ser agraciados com uma miríade de recompensas por cada nível, atividade ou desafio atravessado. Esses prêmios podem começar pequenos e crescerem em importância à medida que o usuário avança até o fim da trilha.

Alguns projetos realizados pela Go Gamers utilizam recompensas digitais (wallpaper, voucher, certificado) e físicas (caneca, chaveiro, mochila). Prêmios, assim como pontuações, são estímulos para aquele mesmo sistema de recompensa do qual já falamos anteriormente neste artigo.

Power-Ups

Power-ups são itens que dão habilidades extras para os usuários. Dentro de uma atividade com temporizador, um power-up pode ser um relógio que provém 1 minuto extra para que o usuário consiga terminá-la.

Nesse caso, a recompensa atua como incentivo para que o usuário continue avançando dentro da trilha. Isso gera um ciclo que faz com que ele complete mais atividades para desbloquear mais recompensas.

Colecionismo

Existem trilhas de gamificação onde as recompensas são itens únicos que, juntos, formam um kit completo. O incentivo do colecionismo é promover a finalização da trilha inteira para que os usuários completem determinada coleção, seja ela composta de cartas, desenhos, wallpapers ou imagens divertidas.

A estratégia é entregar esse tipo de recompensa por nível/etapa. Dessa forma, ao chegar no fim da trilha, o usuário já terá alcançado a meta de obtenção.

Três amigas compartilhando um momento de alegria olhando para um smartphone, possivelmente experimentando aplicativos juntas através de um aplicativo móvel.

Mecânicas de interação

De empresas inteiras a aplicativos educacionais, todos sabem que a palavra do ano é engajamento. Manter uma equipe interna ou clientes comprometidos com uma determinada marca não só é um desafio como é um dos pontos altos da gamificação. Todas as mecânicas compartilhadas até agora são excepcionais quando se trata de motivação.

Abaixo, as principais técnicas cuja prioridade é estimular o âmbito social:

Ranking

Listas de pontuação ordenadas do maior para o menor são denominadas ranking. Muitas plataformas e aplicativos também fazem a separação por top 3. Nele, os três usuários com mais pontos tornam-se propensos a recompensas especiais de pódium.

O ranking é uma técnica que estimula a obtenção de mais pontos através da competitividade. Sua questão social está na interação entre membros de uma mesma equipe que, por exemplo, podem comparar posições e desafiar uns aos outros.

Cooperação

Nem só de competitividade vive a trilha gamificada. Fora do ranking, há o estímulo do aprendizado colaborativo através de dinâmicas que requerem interação ou a formação de equipes, algo que inclusive veremos no próximo tópico.

Usuários que passam pelo mesmo processo de aprendizado podem realizar trocas significativas entre si. Sem falar que, quando em grupo, um depende do outro para conseguir a tão almejada vitória.

Times

Assim como várias equipes podem competir entre si, uma equipe pode ser dividida em times menores. Usuários adicionados a times desenvolvem a cooperação, competitividade e motivam uns aos outros a atravessar a jornada da gamificação. Para novos talentos em empresas, por exemplo, essa técnica é excelente para dinâmicas interativas.

Feedback

Por último mas não menos importante, o feedback ativo. Existem plataformas que automatizam as respostas ao progresso do usuário. Uma mensagem de “parabéns, você está indo bem” ou “não desista, você consegue” no momento certo pode ser o estímulo que o usuário precisa para prosseguir.

Os próprios líderes ou responsáveis do projeto podem acompanhar a evolução de cada indivíduo e deixar feedbacks quando julgarem necessário.

Agora que você já conhece as principais técnicas de gamificação, tente responder as perguntas do tópico “as mecânicas da gamificação”. Mesmo em uma situação hipotética, já é possível saber por onde começar a criar uma trilha gamificada com qualquer conteúdo.

É claro que, com a Go Gamers, todo esse processo é fica mais fácil.

Tela de vitória pixelizada de um jogo clássico com o texto "YOU WIN!" e uma barra de vida cheia, simbolizando o aspecto de conquista e recompensas da gamificação.

Os benefícios da gamificação

Parabéns! Você juntou 50 🪙 e conhecimento para dar e vender.

Viu como a gamificação não é um bicho de sete cabeças? Trabalhado do jeito certo, o lúdico oferece um suporte e tanto para processos que vão do empresarial às salas de aula. Não há limites para o game design. Estamos tão acostumados a lidar com ele que mal percebemos quando está entre nós. Pelo menos agora você saberá reconhecê-lo e empregá-lo nas próximas oportunidades.

Se chegou até aqui, você com certeza já deve ter alguma ideia de quais são essas vantagens que vamos falar a seguir. De qualquer forma, antes de encerrar o artigo, vamos fechar o guia com chave de ouro. Os principais benefícios da gamificação são:

Promoção de estímulos

Do sistema de recompensa a criatividade, a gamificação foge do convencional e cria experiências imersivas. Isso faz com que nosso cérebro entenda esses estímulos como algo novo, aprazível e instigante.

Aumento da produtividade

Jogos estimulam, divertem e motivam. Usuários motivados são mais inclinados a completarem determinado circuito e/ou tomarem determinada ação. A produção aumenta dentro e fora da trilha gamificada.

Resolução de problemas

Enquanto interagem com atividades e dinâmicas que estimulam a criatividade, os usuários da gamificação vão conquistando a confiança e o pensamento estratégico necessário para a solução de problemas.

Obtenção de autonomia

A gamificação pode dar ao usuário toda a liberdade de interagir com a plataforma escolhida, seja ela digital ou não. Avançar pela jornada gamificada é um ato independente, assim como atravessar as dinâmicas e completar atividades.

Melhora em resultados

Usuários motivados, produtivos e autônomos estão mais propensos a entregar resultados acima do esperado. Graças ao aprendizado lúdico, ele sabe o que precisa ser feito e o considera uma missão não só para a marca/empresa, mas para si mesmo.

Lembre-se desses pontos quando for defender o uso da gamificação em algum projeto, e não se esqueça de visitar os outros artigos especializados citados no artigo.

Uma mulher alegre comemorando uma vitória enquanto olha para seu smartphone em casa.

Gamificação na Go Gamers

Aqui, gamificar é simplificar! Muitos projetos podem ganhar significados incríveis e tornar-se referência como os que mencionamos no decorrer do guia. Com o acompanhamento especializado do GG, nós transformamos todas as informações encontradas aqui em um case de sucesso.

Traga o lúdico para o seu dia a dia e fortaleça projetos como:

  • Onboardings
  • Treinamentos
  • Produtos
  • Aprendizagem
  • Livros interativos

Entre várias outras opções que podem ser adaptadas em qualquer plataforma.

E aí? Pronto para usar suas 50 🪙 em um bate-papo com um consultor?

Nos vemos no próximo artigo! 😉

Siga nossas redes sociais:

POSTS RELACIONADOS
04/12/2023
Cultura data driven: Porque considerar o mercado de games na tomada de decisões
17/10/2023
Treinamento e Desenvolvimento: Como a gamificação pode melhorar o desempenho da equipe